SALMON DISSECTION GAME
SUGESTÕES, TEXTOS, ATIVIDADES, VÍDEOS E IMAGENS SOBRE CIÊNCIAS E BIOLOGIA
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terça-feira, 16 de outubro de 2012
GAME: DISSECAÇÃO DE SALMÃO
O link abaixo é uma animação para você conseguir realizar uma dissecação virtual de um peixe. Então aproveite para aprender brincando.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
FÓSSEIS
Como conhecemos a História da Vida na Terra?
Através da Paleontologia, ou seja da ciência que
estuda dos "seres antigos" ou fósseis
1. O que é um fóssil?
Um fóssil é
um resto ou vestígio de um ser vivo do passado.
Qual
é a diferença entre um resto e um vestígio de ser
vivo?
2. Como se formam os fósseis? (fossilização)
Processo
de fossilização, é a designação do conjunto de transformações, em geral
de mineralização, que os seres vivos ou os restos de seres vivos experimentam a
seguir à sua morte e ao seu enterramento no solo (ver figura).
A
animação da imagem evidencia a formação de um fóssil de
dinossauro:
1º - O
ser vivo morre e é enterrado (inicia-se o processo de decomposição por seres
vivos que destrói sobretudo os tecidos moles).
2º - Os
sedimentos (areias, argilas, lodos) cobrem os restos do ser vivo ou vestígios da
sua actividade.
3º - Pode
ocorrer mineralização ou outros processos que levam à conservação do resto ou
vestígio do ser vivo nas rochas - forma-se o fóssil.
4º - As
rochas onde o fóssil se encontra são erodidas e este surge à superfície, sendo
recolhido e catalogado para estudo.
3. Quais os diferentes tipos de fósseis?
Segundo a
natureza do cadáver, do sedimento onde se conserva e das águas de infiltração
que o atravessam, a fossilização realiza-se por vários processos.
Os
processos de fossilização podem verificar-se através de:
-
conservação, que pode ser total se o cadáver subsiste completamente - mumificação - que, geralmente, ocorre nos desertos onde os cadáveres podem ser desidratados;
-
mineralização, em que substâncias minerais como a sílica, sais de cálcio, óxidos de ferro ou qualquer outra substância dissolvida podem substituir pouco a pouco os constituintes do cadáver; incrustação, em que precipitações como, por exemplo, a do carbonato de cálcio incrusta o organismo;
-
moldagem, em que o corpo do animal ou vegetal desaparece completamente mas deixa na rocha um molde (+)saber mais;
-
incarbonização, processo mais frequente nas plantas, em que a matéria orgânica ao abrigo do ar se vai enriquecendo cada vez mais em substâncias ricas em carbono;
-
marca ou impressão, quando ocorre a conservação de vestígios da actividade de seres vivos, como pegadas, etc.
4. Porque são importantes os fósseis?
Estudando
os fósseis e comparando-os com os seres actuais, os cientistas descobriram que
os animais e os vegetais foram-se modificando através dos tempos. Enquanto
alguns tipos se extinguiram, outros sofreram transformações, dando origem aos
que conhecemos actualmente.
O estudo
dos fósseis auxilia a compreensão das modificações sofridas pelas espécies de
seres vivos através dos séculos. Hoje, podemos conhecer paisagens e seres vivos
da Terra primitiva reconstituídos em histórias fantásticas de filmes e revistas.
Quanto ao
tipo de informação que um fóssil fornece, podemos falar em fósseis de
idade e fósseis de ambiente ou de fáceis. No entanto, o mesmo fóssil
pode fornecer as duas informações.
Os
fósseis de idade são associações de fósseis da mesma idade que
caracterizam os estratos ou conjunto de estratos. Podem encontrar-se em regiões
diferentes de todo o globo, mas sempre que aparecem indicam a idade da rocha que
os contém.
Um
fóssil de ambiente permite conhecer e caracterizar os ecossistemas e os
ambientes que existiram no passado, em determinado período.
5. É comum encontrar um fóssil?
A
fossilização é um fenómeno de excepção, principalmente para os animais e plantas
de grande tamanho. Quando um ser vivo morre, é atacado muito rapidamente pelos
necrófagos e decompositores de todos os tamanhos e de variadas espécies que vão
destruir o seu corpo, começando pelas partes moles.
Para que
ocorra a fossilização, é necessário que o corpo se afunde no solo e fique ao
abrigo do ar. A preservação das partes moles é excepcional, sendo exemplos os
insectos conservados no âmbar, os mamutes das turfeiras da Sibéria e poucos
mais.
A
figura representa o conjunto de fenómenos que podem ocorrer a um resto ou
vestígio de ser vivo até chegar a fóssil.
De uma
comunidade de seres vivos do passado, apenas cerca de 10% chega a fóssil.
Só uma
pequena parte dos fósseis reúne condições para chegar a ser estudada por
cientistas, pelo que o registo fóssil é uma "fotografia" muito "incompleta" do
passado, mas útil!
Elaborado
por: Ana Rita Moura; Bruna Soares, Filipa Morais & Joana Barroco (7ºB);
Luís Filipe.
Revisão:
Luís Filipe
Referências Bibliográficas:
Diciopédia 2005
(2004). Porto: Porto Editora.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
OS INVERTEBRADOS
OS INVERTEBRADOS
Os invertebrados reúnem uma diversidade de animais com aproximadamente 97% de todas as espécies. Sendo a característica comum a todos os invertebrados, a ausência de espinha dorsal.
Outras características comuns a esses seres são:
- Formação multicelular (diferentes conjuntos de células compõem estes organismos);
- Ausência de parede celular (pois essa estrutura é tipicamente dos seres vegetais, também encontrada em algumas algas e fungos);
- Com exceção das esponjas, possuem tecidos diferenciados como resultado de sua organização celular;
- Sua reprodução geralmente é sexuada (gametas masculinos e femininos se combinam para formar um novo organismo).
Poríferos: Animais aquáticos com organização corporal muito simples, sem nenhum tipo de órgão;
Cnidários: animais aquáticos (a maioria marinhos), alguns vivendo fixados a objetos submersos enquanto outros nadam livremente;
Platelmintos: vermes achatados, parasitas de outros animais;
Anelídeos: animais de corpo cilíndrico e segmentado;
Moluscos: animais de corpo mole, divididos em cabeça, pé e maça visceral;
Artrópodes: animais com peças corporais articuladas.
De forma geral, podemos dizer que a grande maioria dos invertebrados é capaz de se locomover. Contudo, as esponjas e alguns cnidários somente realizam essa tarefa quando ainda são bem jovens e pequenos.
Diferentemente dos vegetais (que produzem sua própria energia através da fotossíntese), os invertebrados necessitam extrair a energia necessária para sua sobrevivência através de outros seres. Para isso, eles se alimentam de seres autótrofos (vegetais) e heterótrofos (animais).
Outras características comuns a esses seres são:
- Formação multicelular (diferentes conjuntos de células compõem estes organismos);
- Ausência de parede celular (pois essa estrutura é tipicamente dos seres vegetais, também encontrada em algumas algas e fungos);
- Com exceção das esponjas, possuem tecidos diferenciados como resultado de sua organização celular;
- Sua reprodução geralmente é sexuada (gametas masculinos e femininos se combinam para formar um novo organismo).
Poríferos: Animais aquáticos com organização corporal muito simples, sem nenhum tipo de órgão;
Cnidários: animais aquáticos (a maioria marinhos), alguns vivendo fixados a objetos submersos enquanto outros nadam livremente;
Platelmintos: vermes achatados, parasitas de outros animais;
Anelídeos: animais de corpo cilíndrico e segmentado;
Moluscos: animais de corpo mole, divididos em cabeça, pé e maça visceral;
Artrópodes: animais com peças corporais articuladas.
De forma geral, podemos dizer que a grande maioria dos invertebrados é capaz de se locomover. Contudo, as esponjas e alguns cnidários somente realizam essa tarefa quando ainda são bem jovens e pequenos.
Diferentemente dos vegetais (que produzem sua própria energia através da fotossíntese), os invertebrados necessitam extrair a energia necessária para sua sobrevivência através de outros seres. Para isso, eles se alimentam de seres autótrofos (vegetais) e heterótrofos (animais).
quinta-feira, 3 de maio de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
terça-feira, 30 de agosto de 2011
LIQUENS
Liquens
Os liquens são associações simbióticas de mutualismo entre fungos e algas. Os fungos que formam liquens são, em sua grande maioria, ascomicetos (98%), sendo o restante, basidiomicetos. As algas envolvidas nesta associação são as clorofíceas e cianobactérias. Os fungos desta associação recebem o nome de micobionte e a alga, fotobionte, pois é o organismo fotossintetizante da associação.
A natureza dupla do liquen é facilmente demonstrada através do cultivo separado de seus componentes. Na associação, os fungos tomam formas diferentes daquelas que tinha quando isolados, grande parte do corpo do liquen é formado pelo fungo.
A natureza dupla do liquen é facilmente demonstrada através do cultivo separado de seus componentes. Na associação, os fungos tomam formas diferentes daquelas que tinha quando isolados, grande parte do corpo do liquen é formado pelo fungo.
A microscopia eletrônica mostra as hifas de fungo entrelaçadas com a alga.
Morfologia
Normalmente existem três tipos de talo:
Crostoso: o talo é semelhante a uma crosta e encontra-se fortemente aderido ao substrato.
Crostoso: o talo é semelhante a uma crosta e encontra-se fortemente aderido ao substrato.
Reprodução
Os liquens não apresentam estruturas de reprodução sexuada. O micobionte pode formar conídios, ascósporos ou basidiósporos. As estruturas sexuadas apresentam forma de apotécio. Os esporos formados pelos fungos do liquen germinam quando entram em contato com alguma clorofícea ou cianobactéria.
O fotobionte se reproduz vegetativamente. O liquen pode se reproduzir assexuadamente por sorédios, que são propágulos que contém células de algas e hifas do fungo, e por isídios, que são projeções do talo, parecido com verrugas. O liquen também pode se reproduzir por fragmentação do talo.
O fotobionte se reproduz vegetativamente. O liquen pode se reproduzir assexuadamente por sorédios, que são propágulos que contém células de algas e hifas do fungo, e por isídios, que são projeções do talo, parecido com verrugas. O liquen também pode se reproduzir por fragmentação do talo.
Habitat
Os líquens possuem ampla distribuição e habitam as mais diferentes regiões. Normalmente os liquens são organismos pioneiros em um local, pois sobrevivem em locais de grande estresse ecológico. Podem viver em locais como superfícies de rochas, folhas, no solo, nos troncos de árvores, picos alpinos, etc. Existem liquens que são substratos para outros liquens.
A capacidade do liquen de viver em locais de alto estresse ecológico deve-se a sua alta capacidade de dessecação. Quando um líquen desseca, a fotossíntese é interrompida e ele não sofre pela alta iluminação, escassez de água ou altas temperaturas. Por conta desta baixa na taxa de fotossíntese, os liquens apresentam baixa taxa de crescimento.
A capacidade do liquen de viver em locais de alto estresse ecológico deve-se a sua alta capacidade de dessecação. Quando um líquen desseca, a fotossíntese é interrompida e ele não sofre pela alta iluminação, escassez de água ou altas temperaturas. Por conta desta baixa na taxa de fotossíntese, os liquens apresentam baixa taxa de crescimento.
Importância Econômica
Os liquens produzem ácidos que degradam rochas e ajudam na formação do solo, tornando-se organismos pioneiros em diversos ambientes. Esses ácidos também possuem ação citotóxica e antibiótica.
Quando a associação é com uma cianobactéria, os liquens são fixadores de nitrogênio, sendo importantes fontes de nitrogênio para o solo.
Os liquens são extremamente sensíveis à poluição, sobrevivendo de bioindicadores de poluição, podendo indicar a qualidade do ar e até quantidade de metais pesados em áreas industriais.
Algumas espécies são comestíveis, servindo de alimento para muitos animais.
Fonte: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos/biofungos4.php
Quando a associação é com uma cianobactéria, os liquens são fixadores de nitrogênio, sendo importantes fontes de nitrogênio para o solo.
Os liquens são extremamente sensíveis à poluição, sobrevivendo de bioindicadores de poluição, podendo indicar a qualidade do ar e até quantidade de metais pesados em áreas industriais.
Algumas espécies são comestíveis, servindo de alimento para muitos animais.
Fonte: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos/biofungos4.php
REINO DOS FUNGOS
Reino Fungi
Os fungos são popularmente conhecidos por bolores, mofos, fermentos, levedos, orelhas-de-pau, trufas e cogumelos-de-chapéu (champignon). É um grupo bastante numeroso, formado por cerca de 200.000 espécies espalhadas por praticamente qualquer tipo de ambiente.
Os Fungos e sua Importância
Ecológica
Os fungos apresentam grande variedade de modos de vida. Podem viver como saprófagos, quando obtêm seus alimentos decompondo organismos mortos; como parasitas, quando se alimentam de substâncias que retiram dos organismos vivos nos quais se instalam, prejudicando-o ou podendo estabelecer associações mutualísticas com outros organismos, em que ambos se beneficiam. Além desses modos mais comuns de vida, existem alguns grupos de fungos considerados predadores que capturam pequenos animais e deles se alimentam.
Em todos os casos mencionados, os fungos liberam enzimas digestivas para fora de seus corpos. Essas enzimas atuam imediatamente no meio orgânico no qual eles se instalam, degradando-o à moléculas simples, que são absorvidas pelo fungo como uma solução aquosa.
Fungos apodrecendo o morango. | Os fungos saprófagos são responsáveis por grande parte da degradação da matéria orgânica, propiciando a reciclagem de nutrientes. Juntamente com as bactérias saprófagas, eles compõem o grupos dos organismos decompositores, de grande importância ecológica. No processo da decomposição, a matéria orgânica contida em organismos mortos é devolvida ao ambiente, podendo ser novamente utilizada por outros organismos. Apesar desse aspecto positivo da decomposição, os fungos são responsáveis pelo apodrecimento de alimentos, de madeira utilizada em diferentes tipos de construções de tecidos, provocando sérios prejuízos econômicos. Os fungos parasitas provocam doenças em plantas e em animais, inclusive no homem. |
A ferrugem do cafeeiro, por exemplo, é uma parasitose provocada por fungo; as pequenas manchas negras, indicando necrose em folhas, como a da soja, ilustrada a seguir, são devidas ao ataque por fungos.
Folha da soja com sintomas da ferrugem asiática.
Em muitos casos os fungos parasitas das plantas possuem hifas especializadas - haustórios - que penetram nas células do hospedeiro usando os estomas como porta de entrada para a estrutura vegetal. Das células da planta captam açúcares para a sua alimentação.
Dentre os fungos mutualísticos, existem os que vivem associados a raízes de plantas formando as micorrizas (mico= fungo; rizas = raízes). Nesses casos os fungos degradam materiais do solo, absorvem esses materiais degradados e os transferem à planta, propiciando-lhe um crescimento sadio. A planta, por sua vez, cede ao fungo certos açucares e aminoácidos de que ele necessita para viver.
Algumas plantas que formam as micorrizas naturalmente são o tomateiro, o morangueiro, a macieira e as gramínias em geral.
As micorrizas são muito freqüentes também em plantas típicas de ambientes com solo pobre de nutrientes minerais, como os cerrados, no território brasileiro. Nesses casos, elas representam um fator importânte de adaptação, melhorando as condições de nutrição da planta.
Certos grupos de fungos podem estabelecer associações mutualísticas com cianobactérias ou com algas verdes, dando origem a organismos denominados líquens. Estes serão discutidos posteriormente.
Econômica
Muito fungos são aeróbios, isto é, realizam a respiração, mas alguns são anaeróbios e realizam a fermentação.
Camembert | Destes últimos, alguns são utilizados no processo de fabricação de bebidas alcoólicas, como a cerveja e o vinho, e no processo de preparação do pão. Nesses processos, o fungo utilizado pertence à espécie Saccharomyces cerevisiae, capaz de transformar o açucar em álcool etílico e CO2 (fermentação alcoólica), na ausência de O2. Na presença de O2 realizam a respiração. Eles são, por isso, chamados de anaeróbios facultativos. Na fabricação de bebidas alcoólicas o importante é o álcool produzido na fermentação, enquanto, na preparação do pão, é o CO2. Neste último caso, o CO2 que vai sendo formado se acumula no interior da massa, originando pequenas bolhas que tornam o pão poroso e mais leve. | |
Roquefort | O aprisionamento do CO2 na massa só é possível devido ao alto teor de glúten na farinha de trigo, que dá a "liga" do pão. Pães feitos com farinhas pobres em glúten não crescem tanto quanto os feitos com farinha rica em glúten. Imediatamente antes de ser assado, o teor alcoólico do pão chega a 0,5%; ao assar, esse álcool evapora, dando ao pão um aroma agradável. Alguns fungos são utilizados na indústria de laticínios, como é o caso do Penicillium camemberti e do Penicillium roqueforte, empregados na fabricação dos queijos Camembert e Roquefort, respectivamente. |
Algumas espécies de fungos são utilizadas diretamente como alimento pelo homem. É o caso da Morchella e da espécie Agaricus brunnescens, o popular cogumelo ou champignon, uma das mais amplamente cultivadas no mundo.
Morchella
Agaricus
Doenças Causadas por Fungos
Micose em couro cabeludo | As micoses que aparecem comumente nos homens são doenças provocadas por fungos. As mais comuns ocorrem na pele, podendo-se manifestar em qualquer parte da superfície do corpo. São comuns as micoses do couro cabeludo e da barba (ptiríase), das unhas e as que causam as frieiras (pé-de-atleta). As micoses podem afetar também as mucosas como a da boca. É o caso so sapinho, muito comum em crianças. Essa doença se manifesta por multiplos pontos brancos na mucosa. Existem, também, fungos que parasitam o interior do organismo, como é o caso do fungo causador da histoplasmose, doença grave que ataca os pulmões. Fonte: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos/biofungos.php |
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