https://www.youtube.com/watch?v=Wjg84ig8dGI&list=PL4EDA01368AB3E59E&index=6
SUGESTÕES, TEXTOS, ATIVIDADES, VÍDEOS E IMAGENS SOBRE CIÊNCIAS E BIOLOGIA
sexta-feira, 15 de abril de 2016
CICLO MENSTRUAL
https://www.youtube.com/watch?v=jG_jQKWby5o
Obs. Estradiol também é chamado de estrógeno.
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
terça-feira, 9 de abril de 2013
SUGESTÕES PARA O TRABALHO SOBRE A ÁGUA 6ºANO
SUGESTÕES:
A) SITES:
http://www.terradagente.com.br/biblioteco/NOT,0,0,292525,Agua+para+toda+a+vida.aspx
http://educacao.uol.com.br/disciplinas/geografia/escassez-de-agua-quais-as-areas-mais-atingidas.htm
http://www.cienciamao.usp.br/tudo/exibir.php?midia=chc&cod=_porqueaaguadoceestaameacadacienciahojedascriancas183set2007
B) INFORMAÇÕES:
A) SITES:
http://www.terradagente.com.br/biblioteco/NOT,0,0,292525,Agua+para+toda+a+vida.aspx
http://educacao.uol.com.br/disciplinas/geografia/escassez-de-agua-quais-as-areas-mais-atingidas.htm
http://www.cienciamao.usp.br/tudo/exibir.php?midia=chc&cod=_porqueaaguadoceestaameacadacienciahojedascriancas183set2007
B) INFORMAÇÕES:
Falta
de água
Este
milênio que está começando, apresenta o grande desafio de evitar a falta de
água.
Um estudo recente da revista Science (julho de 2000) mostrou que aproximadamente
2 bilhões de habitantes enfrentam a falta de água no mundo. Em breve poderá
faltar água para irrigação em diversos países, principalmente nos mais pobres.
Os continentes mais atingidos pela falta de água são: África, Ásia Central e o Oriente
Médio. Entre os anos de 1990 e 1995, a necessidade por água doce aumentou cerca
de duas vezes mais que a população mundial. Isso ocorreu provocado pelo alto
consumo de água em atividades industriais e zonas agrícolas. Infelizmente,
apenas 2,5% da água do planeta Terra são de água doce, sendo que apenas 0,08%
está em regiões acessíveis ao ser humano.
Causas
da poluição das águas do planeta
As
principais causas de deteriorização dos rios, lagos e dos oceanos são: poluição
e contaminação por poluentes e esgotos. O ser humano tem causado todo este
prejuízo à natureza, através dos lixos, esgotos, dejetos químicos industriais e mineração
sem controle.
Em
função destes problemas, os governos preocupados, tem incentivado a exploração
de aqüíferos (grandes reservas de água doce subterrâneas). Na América do Sul,
temos o Aqüífero
Guarani, um dos maiores do mundo e ainda pouco utilizado.Grande parte das
águas deste aqüífero situa-se em subsolo brasileiro.
Problemas
gerados pela poluição das águas
Estudos
da Comissão Mundial de Água e de outros organismos internacionais demonstram que
cerca de 3 bilhões de habitantes em nosso planeta estão vivendo sem o mínimo
necessário de condições sanitárias.Um milhão não tem acesso à água potável. Em
virtude desses graves problemas, espalham-se diversas doenças como diarréia, esquistossomose,
hepatite e febre tifóide, que matam mais de 5 milhões de seres humanos por ano,
sendo que um número maior de doentes sobrecarregam os precários sistemas de
saúde destes países.
C) CURIOSIDADE
A água da TERRA não está acabando. Na realidade a água da
superfície terrestre pode estar aumentando pela adição de água vulcânica, MAS EXISTEM ALGUMAS REGIÕES QUE NÃO TEM ÁGUA, devido a problemas climáticos ou provocados pela ação humana. O
valor da água deverá aumentar consideravelmente pois existem países carentes que
terão que utilizar tecnologias caras ou importar água de países ricos. O Brasil
não deverá ter problema de falta de água se os governantes investirem
adequadamente no gerenciamento, armazenagem, tratamento e distribuição das
águas. Evitar a poluição das águas deve ser considerada a prioridade número um
dos Governantes.
Falta de água na Terra é preocupação presente e futura
É difícil acreditar que isso aconteça aqui, onde dois terços da superfície
estão cobertos por imensos mares, rios, lagos e geleiras, sem considerar o
estoque gigantesco de água subterrânea. No entanto, está acontecendo...
É verdade que apenas uma pequena parte do total é de água doce. Também é verdade que sua distribuição pela Terra é desigual. Mas estamos falando de um recurso em constante renovação, que já foi suficiente para atender às necessidades de todos os seres vivos do Planeta. O Relatório sobre o Desenvolvimento Mundial da Água, divulgado em 2003 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), órgão responsável pelo Programa Avaliação da Água no Mundo (WWAP) afirma que, em 50 anos, entre 2 e 7 bilhões de pessoas não terão acesso à água de boa qualidade e em quantidade suficiente.
É verdade que apenas uma pequena parte do total é de água doce. Também é verdade que sua distribuição pela Terra é desigual. Mas estamos falando de um recurso em constante renovação, que já foi suficiente para atender às necessidades de todos os seres vivos do Planeta. O Relatório sobre o Desenvolvimento Mundial da Água, divulgado em 2003 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), órgão responsável pelo Programa Avaliação da Água no Mundo (WWAP) afirma que, em 50 anos, entre 2 e 7 bilhões de pessoas não terão acesso à água de boa qualidade e em quantidade suficiente.
Existem, porém, outros elementos a serem acrescentados a esse quadro, uma vez
que a água não é consumida apenas pelos seres humanos: é compartilhada com todos
os outros seres vivos. Como a população humana, bilhões de exemplares das mais
de 10 milhões de espécies existentes no Planeta também sofrerão os impactos da
nossa poluição, do nosso excesso de consumo e do nosso desperdício. Mais: como
outros bens naturais essenciais aos seres humanos, a oferta da água depende
diretamente do estado de conservação dos ambientes naturais. Portanto, se os
bilhões de seres vivos que compõem a diversidade dos ecossistemas naturais estão
sujeitos à escassez, isso significa que suas funções ecológicas essenciais serão
afetadas e há risco de colapso dos ecossistemas de água doce, comprometendo
qualquer perspectiva de solução.
Identificar as causas da escassez de água no mundo é o primeiro passo para
evitar tal desastre. Nas últimas décadas, duas grandes tendências dividem as
discussões internacionais sobre o tema. A primeira, dominante nas esferas
oficiais, atribui o problema ao mau uso dos recursos hídricos e à falta de
modelos modernos de gerenciamento econômico para sua regulação. A outra,
amparada da por grupos não-governamentais e acadêmicos, aponta a destruição da
biodiversidade em escala global como a gênese da crise. As causas, na verdade,
são complementares, e é da fusão dessas duas correntes — e das soluções para as
quais elas apontam — que será construída uma saída para o futuro.
Não bastasse o comprometimento dos ecossistemas de água doce pela forte
pressão da demanda por água para abastecimento e produção, os rios também foram
e continuam sendo usados para diluir resíduos provenientes de esgotos, lixo
doméstico, efluentes industriais e insumos químicos da agricultura. Estima-se
que cerca de 2 milhões de toneladas de lixo são jogadas diariamente em rios e
lagos da Terra, e que 12 mil km3 de água estejam poluídos em todo o mundo. Se as
taxas de poluição mantiverem o atual ritmo de crescimento, esse número saltará
para 18 mil km3 de águas poluídas até 2050!
Medidas isoladas de saneamento, como expansão da oferta de água para
abastecimento público, também aumentam a poluição dos rios. Luiz Lobo, no livro
Em busca da universalização afirma que, para cada metro cúbico de água tratada
consumida produz-se outro metro cúbico de água servida. Como a implantação dos
serviços de coleta e tratamento dos esgotos não ocorre junto com a implantação
da rede de água, a água servida antes contida localmente — em fossas sanitárias
e afins — passa a ter como destino os cursos d'água mais próximos.
Para agravar ainda mais o quadro, do ponto de vista do mau uso e da falta de
gerenciamento, um volume incalculável de água se perde nas tubulações,
principalmente por causa de infiltrações e vazamentos. A Europa tem índices de
perda em torno de 10%. Algumas localidades da Ásia, como Cingapura, perdem 6%.
No Brasil, de acordo com um grupo de pesquisadores da Coordenação de
Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro
(Coppe-UFRJ), o índice de desperdício chega a 47%, ou seja, cerca de 6 bilhões
de m3 de água tratada se perdem por ano!
Embora os números relacionados a consumo, desperdício e poluição sejam
contundentes, é marcante, nessas abordagens, a ausência de referências claras à
função dos diferentes elementos que integram o ciclo da água. A destruição dos
ambientes naturais, por exemplo, raramente é associada à questão, embora as
derrubadas dos últimos 20 anos somem milhões de hectares de florestas, em todo o
Planeta (pelo menos 16 milhões de hectares de florestas perdidas por ano,
segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação -
FAO).
A destruição de florestas afeta o suprimento de água dos lençóis freáticos e
reduz a oferta de água nas regiões desmatadas, com impactos diretos sobre os
ecossistemas de água doce, como enchentes avassaladoras causadas pela degradação
do solo; extinção de espécies (de peixes e outros seres aquáticos); aterramento
de nascentes e de áreas alagadiças. Isso cria um círculo vicioso, afetando ainda
mais o suprimento do lençol freático e reduzindo a vazão dos rios por
assoreamento. As conseqüências da ruptura dos sistemas naturais de produção e de
purificação da água ultrapassam os limites dos problemas de gerenciamento
econômico. E por uma razão bem simples: ecossistemas degradados e espécies
extintas não são reconstituídos pelo engenho humano responsável pela sua
destruição.
Também a expansão predatória do uso dos bens da natureza encontra limites
físicos concretos e gera novas categorias de escassez. E o aumento do valor
desses recursos escassos pressiona a composição dos custos dos produtos que dele
necessitam, a ponto de ameaçar a própria capacidade de reprodução do capital
investido. Diante disso, surgem mecanismos para regulamentar o uso dos elementos
escassos como forma de evitar uma crise maior.
Com a água aconteceu assim. O bem natural passou à categoria de ‘ouro azul’
no Século 21 porque, no atual modelo de consumo, o estoque já não é suficiente.
Portanto, passamos a tratar a água como mercadoria, regulando seu uso. Em todo o
mundo surgem mecanismos para estabelecer limites e valores para o acesso à água,
como mostram os resultados das últimas reuniões mundiais sobre o tema: o
documento final do 3º Fórum Mundial da Água, realizado no Japão, em 2003, contém
uma extensa lista de recomendações quanto ao gerenciamento dos recursos, com um
solitário e lacônico artigo de 4 linhas sobre a conservação da biodiversidade.
sábado, 26 de janeiro de 2013
SERRA DA CANTAREIRA
História
A partir de 1890, o Governo do Estado desapropriou várias fazendas na região da Serra da Cantareira já com a intenção de garantir a preservação e iniciar a recuperação da mata nativa que protegia mananciais essenciais para o abastecimento de água da cidade de São Paulo. Essa era uma época de crescimento demográfico expressivo motivado pela urbanização e a industrialização recentes e sem controle, em que se verificou o impactante salto de 20 mil habitantes, em 1870, para 240 mil, em 1899.
A Região Metropolitana de São Paulo, por exemplo, recebe água de vários sistemas administrados pela Sabesp. Entre eles o Sistema Cantareira, um complexo de represas, estações de tratamento e ramais de distribuição que produz 33 mil litros de água potável por segundo, que representam praticamente a metade do consumo da Grande São Paulo.
Parque Estadual da Cantareira - Núcleo Pedra Grande
Fonte:http://www.bv.fapesp.br/namidia/noticia/35501/parque-estadual-itaberaba-abrangera-2/
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS
Historia do Mauricio de Souza que ilustra muito bem as situações encontradas pelos nossos professores nas escolas.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
VÍDEO: COMO NASCEM OS SAPOS E DISSECAÇÃO VIRTUAL DE UM SAPO
COMO NASCEM OS SAPOS
O link abaixo é da DISSECAÇÃO VITUAL DE UM SAPO.
CURIOSIDADES: PEIXES, ANFÍBIOS E ABELHAS
O vídeo abaixo mostra algumas curiosidades sobre o peixe Dragão marinho, o Sapo Boi Africano e uma espécie de abelha do deserto.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)